25 de jun de 2013

Desejos Secretos - Eu te amo. [25]


|Seu Nome| Narrando.....

Logo depois que Justin saiu, meus pais entraram e minha mãe veio correndo me abraçar.

Lory: filha como se sente? –ela disse e percebi a preocupação em suas palavras.
Você: estou bem mamãe. –disse pesadamente e forcei um sorriso em seguida.
Lory: mas o que estava fazendo nessa parte da cidade? –ela disse e eu abaixei a cabeça, pensando em uma resposta.
Você: é que o shopping daqui estava com algumas liquidações e eu vim ver. –disse simplesmente.
Lory: tudo bem querida, mas já se sente bem para podermos ir pra casa? –ela perguntou com aquele meio sorriso.
Você: sim mamãe. –disse e a abracei novamente. – papai? –o chamei e depois de alguns segundos ele me olhou.
Richard: sim querida? –ele sorriu, mas percebi que ele estava pensativo.
Você: podemos ir embora? –eu perguntei tentando quebrar o clima tenso que parecia estar sobre nós dois.

Em menos de uma hora eu estava em casa, meu celular não parava de vibrar, porque a todo instante Justin me mandava uma mensagem, mas eu não respondia. Isso já estava me enchendo à paciência então decidi desligar o celular e descer para jantar.
Minha mãe tinha feito uma bela de uma sopa reforçada, ela dizia que eu precisava de proteínas para me recuperar e disse que no dia seguinte iria à escola avisar sobre meu acidente. Logo depois que terminei coloquei meu prato na pia e depositei um beijo na bochecha de cada um e subi novamente para o meu quarto. Peguei meu notebook e me sentei na cama escorando minhas costas na cabeceira da mesma.

Abri meu facebook encontrando algumas coisas que me fizeram rir, como uma foto da Sunny com uma careta hilária. Fui a pagina de amigos e vi uma solicitação de amizade, olhei e me deparei com o nome Justin Bieber, decidi aceitar e ver o que ele me mandaria. Fiquei mais alguns minutos e depois sai, por conta da dor que já estava sentindo nas costas.
Guardei no criado mudo, ao lado da cama e peguei meu celular o ligando e vendo que tinha mais de dez mensagens, comecei a ler. E quando chegou a ultima sorri com o que vi escrito.

“Por favor, não desiste de nós eu descobri que... eu te amo.”

Não queria responder tal mensagem, porque ele pensaria que eu já o havia perdoado, então apenas coloquei o celular de baixo do travesseiro, deitei no mesmo e me cobri. Logo senti minhas pálpebras pesarem e apaguei.

 
Justin Narrando...

Eu estava acabado, literalmente. Não queria acreditar que ela pediu um tempo. Eu não deveria ter me deixado levar pelo calor do momento com Lizzy, aquela vadia. Chegando em casa a única coisa que consegui fazer foi quebrar tudo que me tivesse a frente, eu estava explodindo de raiva, no tempo que consegui me acalmar, tomando um banho relaxado. Peguei meu celular e não parei de mandar mensagens pra |seu nome|.
Era uma mensagem atrás da outra.
Já estava escurecendo e eu não queria ficar em casa, então me arrumei e peguei meu carro partindo sabe Deus onde.

Dia seguinte.

Acordei no dia seguinte com a luz batendo sobre meu rosto, tentei abrir meus olhos mas a claridade era forte e então joguei o travesseiro na cara e tentando dormir novamente. Mas levantei correndo, me lembrando que hoje ainda tinha que dar aula e assim peguei meu celular olhando a hora, 11:33hr Am. Droga, a diretora iria me matar céus. Decidi ligar para a escola e avisar que não poderia ir à escola a semana inteira, por causa de uma gripe forte que me atacou.
Depois de terminar a ligação, fui direto ao banheiro entrando de baixo da água morna, deixando toda tensão que estava carregando ser levado ralo a baixo. Enquanto tomava banho, pensava no que poderia fazer para ganhar o perdão de |seu nome|, sei que ela precisa pensar, mas eu tenho que reconquista-la. Decidi que iria a floricultura, então quando terminei de tomar banho fui até o closet pegando uma roupa qualquer e a vestindo, me olhei no espelho e arrumei meu cabelo passando um perfume logo após. Peguei as chaves do carro e minha carteira e saindo porta á fora, peguei o elevador e apertei o botão do térreo. Fui até o estacionamento e destravei meu carro entrando e batendo a porta. Coloquei a chave na ignição e dei partida saindo do prédio.
Fui até a floricultura, a mais cara por sinal. Estacionei e sai entrando na loja. Estava olhando algumas rosas e tulipas, elas estavam tão lindas. Não a conhecia tão bem para saber qual flor ela gostará. Então escolhi levar rosas, tulipas e margaridas. Falei pra atendente, quais eram e que se poderiam ser entregues.
Pedi alguns buquês das quais escolhi, e lhe dei o endereço, deixando um cartão em seguida.

Sai da loja feliz, com isso acho que ela me perdoaria. Ou pelo menos voltaria a falar comigo. 


CONTINUA.... 

Hello people. Tudo bem love? Espero que sim, eu nem demorei tanto, não é? Comentem e me deixem felizes *-* , amo vocês. Beijo beijo.

XOXO,JÉSSICA. 

18 de jun de 2013

Desejos Secretos - Você foi um erro. [24]

Justin Bieber Narrando....

Quando os pais dela chegaram eu fiquei intacto, não queria que eles desconfiassem que eu era o motivo dela estar aqui, fiquei sentado na sala de espera apenas observando os pais dela, a mãe dela estava se pergunta como aconteceu e porque ela estava nesta área da cidade. A casa dela não era tão longe, mas também não era tão perto assim do meu apartamento. Eu estava quase tendo um ataque de tanta ansiedade, eu não podia ir ao seu quarto, porque os pais dela não me conhecem.
Fiquei mais ou menos meia hora, sentado junto aos pais da |seu nome| só que claro, longe. Até que vejo o médico se aproximando, ele foi até os pais da minha pequena, e eu disfarçadamente levantei ficando um pouco mais próximo.

Dr° Drummond: boa tarde senhores Collins, sua filha está bem, sofreu pequenos arranhões pelo corpo, mas quando o carro a atropelou o impacto que deu a fez bater a cabeça fortemente contra o asfalto. - dizia o médico analisando sua prancheta com os dados.
Senhorita Collins: o que isso quer dizer doutor? -a mãe de |seu nome| perguntava preocupada.
Dr° Drummond: ela precisa de repouso, recomendo que ela fique em total repouso por pelo menos uma semana, sem sair pra nada e de preferência apenas deitada. -ele dizia aquilo e eu via nos olhos dos senhores Collins a preocupação.
Senhor Collins: podemos vê-la? -ele perguntou abraçado a senhorita.
Dr° Drummond: não recomendo agora. -disse e foi se virando. - preciso ir, até.

E se foi enquanto eu estava pasmo, me levantei e fui até a recepção perguntando, a moça que tinha me atendido mais cedo, em que quarto |seu nome| se encontrava.

Moça: desculpe senhor, não posso lhe fornecer essa informação. -disse e deu um meio sorriso.
Justin: por favor moça, eu preciso vê-la, ela não é minha amiga, ela é minha namorada. -disse e ela me olhou confusa.
Moça: mas porque então os pais dela não podem saber que você está aqui? -ela perguntava sem entender.
Justin: porque eu sou um pouco mais velho que a filha deles, por favor moça me diga onde ela está? -ela deu um leve suspiro e longo em seguida sorriu.
Moça: tudo bem, ela está no quarto 202 no terceiro corredor, segundo piso. -disse e eu sorri.
Justin: obrigada moça de verdade. -disse e sai antes dela dizer algo mais.


Corri logo para o elevador, apertando inúmeras vezes, esperei alguns segundos batendo o pé freneticamente no chão, quando a porta do mesmo se abriu entrei e novamente apertei o botão, mais longos minutos dessa vez e a porta de novo se abre no segundo piso, andei até o terceiro corredor e fui procurando pelo quarto 202.
Quando achei, olhei pela porta onde tinha uma pequena janela e a vi, deitada inconsciente e girei a maçaneta e entrei, andei lentamente até ela e sentei na beirada da cama pegando em sua mão. Comecei a falar com ela.

Justin: olha não sei se está me ouvindo, mas eu quero que me desculpe, eu não sei porque fiquei com Lizza, ela não é minha namorada, ela é minha prima. Quando eramos adolescentes a gente se pegava as vezes mas era só isso, eu nunca a pedi em namoro, você é praticamente a primeira namorada seria, que eu quero ficar pra toda a vida. Sei que não sou bom com palavras, alias nem sei se está me ouvindo. -parei de falar e a fiquei encarando.



|Seu Nome| Narrando...

Estava escutando uma voz, mas não conseguia abrir meus olhos, então apenas fiquei escutando. Eu reconhecia aquela voz, era Justin.

Justin: olha por favor me perdoa, eu queria que eu estivesse agora no seu lugar, a gente nem começo a namora e eu já te magoei, mas por favor me perdoa. -ele dizia e percebi que sua voz estava chorosa, como se ele estivesse segurando o choro. Não aguentando escutar tal cena, tentei me mexer, e finalmente consegui abrir os olhos, vendo os olhos deles brilharem. - ai meu Deus, você acordou. -ele disse e tentou me dar um selinho mas virei o rosto, fazendo ele me dar um beijo na bochecha. - o que foi babe? -ele perguntou com aquela voz rouca.
Você: o que foi? Você ainda tem a cara de pau de perguntar? - disse já ficando estressada e sentei na cama, tirando todos aqueles fios que estavam enfincados em mim.
Justin: hey, calma não pode tira babe. -aquele novo apelido com certeza me fazia arrepiar.
Você: eu não quero te ver, aliás porque está aqui? -perguntei fria.
Justin: porque você está desse jeito? -ele perguntou rude.
 Você: Ah' nada, só que a gente nem começou a namorar e você já me colocou um belo par de chifres né? -eu estava a ponto de explodir com tanta ironia.
Justin: ela não é minha namorada, é apenas uma prima que me inferniza desde de minha adolescência. -foi a vez dele dizer tudo rápido e quase explodindo.
Você: Ah' então toda vez que ela vim te inferniza, você simplesmente vai ceder o que ela quer? - eu estava a ponto de gritar e bater pra ver se algo adiantasse.
Justin: por favor, mantenha a calma você não está totalmente bem pra ficar se estressando desse jeito. -ele tentava dizer tudo calmamente.
Você: como posso manter a calma se meu namorado me traiu. -eu disse e ele ficou quieto e abaixou a cabeça.
Justin: por favor, me perdoa. -ele disse quase num sussurro.
Você: quem me garante que você não vai fazer de novo? Eu preciso de um tempo pra pensar. -eu disse e algumas lagrimas rolaram por minha face. - eu acho que você foi um erro na minha vida. - eu disse pesadamente e dei um longo suspiro, ele me olhou sem acreditar.
Justin: por favor não diz isso babe. -ele disse novamente com a voz meia rouca, tentando conter que sua voz saísse chorosa.
Você: como não dizer se você já conseguiu me magoar?
Justin: me da mais uma chance amor. -ele pediu segurando minhas mãos.
Você: eu preciso de um tempo pra pensar. -disse e foi a vez dele suspirar.
Justin: tudo bem, eu vou te respeitar. -ele disse e se levantou caminhando até a porta.

Mas antes dele sair, corri até ele lhe dando um longo selinho, o que o fez sorrir. E logo em seguida fechar a porta.


CONTINUA... +5COMENTARIOS.

Hello people, tudo bem? demorei? acho que não k k k ... o que acharam ? eu gostei desse capitulo, tentarei não demorar a postar, MAS estou triste. Os comentários caíram demais, e eu sei que demoro mas poxa vamo comentar né? Por favor comentem,, a antes de dar tchau, eu coloquei uma moderadora no blog *O* o que acharam dela? COMENTEM NA IB DELA TAMBÉM U__U. Enfim, beijo beijo.

XOXO,JÉSSICA. 

17 de jun de 2013

Dangerous Love ||1 Cap.||




Barbara Palvin 
Aqui estou eu, deitada na cama de meu quarto, fitando o teto. Há uma semana entrei de férias, e até agora nada de bom aconteceu, fora alguns passeios que tive com o Christopher e Caitlin, os únicos que posso confiar de verdade. Pois a maioria dos meus “amigos” só andam comigo para serem “populares”.
Ah, esqueci de me apresentar, meu nome é Barbara Palvin, tenho 17 anos, moro em Atlanta com meus pais e meu irmão. Solteira, modelo, bonita, bom, alguns dizem que eu sou bonita, mas não acho muito. Minha única amiga verdadeira se chama Caitlin, ela é minha melhor amiga desde os 5 anos, quando nos conhecemos no primário. Meu irmão tem 18 anos, irá fazer 19 no final desde ano, ele é meu melhor amigo, conto tudo para ele. É uma pessoa que eu sei que posso confiar e sempre estará comigo.
Vamos dizer que minha vida é bem agitada, mas desde que entrei de férias, ela está um tédio total. Caitlin viajou com seus pais, foi obrigada. Christopher está estudando para uma prova que irá fazer para entrar na melhor faculdade de Atlanta, meus pais não param em casa, então, estou sozinha.
Meu celular começou a tocar, era Victoria.
Ligação ON
- Olá Victoria. – disse.
- Oi Barbara, bom, liguei para avisar que você tem uma sessão de fotos amanhã, 15:00h, por favor, não se atrase.
- Pode deixar. Só isso?
- Sim, então nos vemos amanhã.
- Até amanhã. – desliguei.
Ligação OFF

POV. Justin
- Está tudo certo? – perguntei para Ryan enquanto fechava a ultima mala.
- Sim, o helicóptero estará lá amanhã 12:00h em ponto para irmos para Atlanta.
- Ok. – disse.
- Carmen já nos matriculou no colégio.
- Escola? Vamos ter que ir para a escola?
- Claro, se aqui vamos, por que lá não iriamos? – bufei.
- Justin, temos que parecer adolescentes normais. – Chaz disse saindo do banheiro com três armas, as colocando em sua mala.
- E Justin, vê se não se apaixona de novo, você nos deu muito trabalho da ultima vez. – Ryan disse e Chaz riu.
- Vai se ferrar. – disse saindo do quarto.
                                                                          
POV. Barbara

- Vamos logo Bee. – Chris disse, ele me chama de Bee, desde que nasci, esse é o “apelido carinhoso” dele.
- Calma, só falta o batom. – passei rapidamente, me olhei no espelho, gostei do resultado. – Pronto Chris, vamos?
- Até que enfim né querida. – ele disse e eu ri. – Caitlin irá?
- Não, ela viajou com os pais.
- Ah. Então vamos. – saímos de casa, indo em direção ao carro de Christopher. Uns minutos depois chegamos ao parque, estava cheio, mas não tanto. Entramos. – Onde quer ir primeiro?
- Hum... – pensei. – Montanha-russa? – ele sorriu.
- Montanha-russa, ai vamos nós. – ele disse com uma voz engraçada e eu ri. Fomos em direção a montanha-russa, sentamos em um carrinho, o primeiro. Aquele negócio começou a andar, e subir. – Pronta?
- Acho que s... – antes de eu terminar a frase o carrinho desceu super rápido, fazendo com que eu e Chris gritássemos muito.
[...]
- Boa Noite Chris. – disse dando um beijo em sua bochecha.
- Boa noite Bee. – ele me abraçou. – Até amanhã.
- Ah, Victoria me ligou, tenho uma sessão de fotos amanhã 15:00h, pode me levar?
- Claro.
- Ok, boa noite. – sorri, entrei no quarto, fui direto para o banheiro, prendi meu cabelo, para não molha-lo me despi e entrei no box, ligando o chuveiro. Deixei a água cair pelo meu corpo por alguns minutos. Terminei o banho, fui até meu closet, e peguei um pijama, o coloquei. Deite em minha cama, e logo meus olhos pesaram, e dormi.
[...]
Acordei com o sol batendo em meu quarto, já que deixei a cortina aberta na noite passada. Olhei no relógio e era 12:32, como eu estou acordando tarde. Fui me rastejando até o banheiro, me despi, tomei banho, sai, olhei no meu celular, era 13:09h, me arrumei, desci, Chris estava sentado na sala vendo TV.
- Boa tarde Bee. Acordou tarde hoje. – ele sorriu, vinho em minha direção, me deu um beijo na bochecha.
- Boa tarde Chris. – sorri, dando um beijo em sua bochecha. – Estou com fome.
- Eu fiz panqueca, está no forno.
- Ok. – sorri, indo em direção a cozinha. Comi e depois fui para meu quarto escovar os dentes. Desci, era 14:23. – Chris, vamos.
- Ok. – fomos até o carro dele, entrei, ele deu partida. Cheguei lá 15:06, Victoria estava na porta.
- Atrasada, como sempre.
- Desculpe, acordei tarde.
- Ok Barbara, sem desculpas esfarrapadas. Vamos logo, o fotógrafo já esta a sua espera. As lingeries estão em seu camarim, Marcos irá lá fazer sua maquiagem e Katy seu cabelo em 15 minutos.
- Ok. – fui direto para meu camarim, coloquei a primeira lingerie.
- Como está minha princesinha? – Marcos disse entrando.
- Bem. – sorri.
- Licença. – Katy entrou.
Marcos me maquiou enquanto Katy arrumava meu cabelo. Um tempo depois sai, indo até o estúdio. Tiramos algumas fotos, logo depois fui me trocar, voltei para o estúdio, tiramos outras fotos.
[...]
- Perfeita, como sempre. – Marcos disse entrando em meu camarim.
- Obrigada. – peguei minha bolsa. – Bom, vou indo, até.
- Se cuida princesa. – me despedi dele. Liguei para Chris.
Ligação ON
- Pode vir me buscar Chris?
- Desculpe Bee, mas não dá, a prova é depois de amanhã e eu estou super enrolado. Pode pegar um táxi?
- Claro. – desliguei.
Ligação OFF
Nenhum táxi passava, então resolvi ir a pé. Coloquei meus fones de ouvido e fui caminhando até em casa, que não era muito longe, acho que uns 30 minutos ou mais andando.
Estava tão distraída, e esbarrei em uma pessoa, fazendo com que ela caísse no chão e eu em cima dela. Escutei a mesma xingar.
- Não olha pra onde anda não? – uma voz rouca ecoou pelos meus ouvidos, fazendo-me derreter.
- Desculpe-me, estava distraída.
- Percebi. – olhei para a tal pessoa. Era um menino de cabelos loiros, arrepiados, olhos cor de mel, boca perfeitamente desenhada, realmente lindo. Parece um deus-grego. – Da pra sair de cima de mim? – ele disse grosso. Saí de cima dele, levantando-me.
- Quer ajuda?
- Não. – ele respondeu seco. – Esta fazendo o que aqui ainda? Vai embora! Já disse que não preciso na sua ajuda. – ele colocou a mão na cabeça. Voltei a andar normalmente, grosso ele? Não, imagine. Mas aquele garoto mexeu comigo, de uma forma que nenhum garoto mexeu. Pena que nunca mais irei vê-lo novamente, eu acho.
 [...]
Uma semana havia passado, nunca mais vi o garoto que esbarrei aquele dia, ele está quase todos os dias em meus sonhos.
Hoje é o primeiro dia de aula, depois das férias de julho, e não estou nem um pouco disposta a levantar da cama, sei que nas férias não fiz nada, mas prefiro ficar em casa do que aturar a cara de bunda dos professores.
- Bee, acorde, está na hora de ir para a escola. – ouvi Chris dizer, logo senti o outro lado de minha cama afundar. – Acorda princesa. – ele acariciou meus cabelos, me virei, o olhando. – Bom dia.
- Bom dia Chris.
- Vá tomar banho, vou fazer o café, ta bom?
- Ok. – sorri, fui me arrastando ao banheiro, tomei um banho.

POV. Justin
Acordei com o despertador, droga, escola. Eu não aguento mais essa merda. Fui rastejando até o banheiro, me despi, tomei banho. Saí, coloquei uma roupa, arrumei meu cabelo. Saí do quarto.
- Já estou indo. – gritei, fui em direção ao meu carro. Dei partida, chegando em poucos minutos no colégio, já que estava em alta velocidade. Sai do carro e vi que aquela mesma garota que esbarrou em mim aquele dia estava na porta, olhando pra mim. DROGA!!
POV. Barbara
Assim que cheguei no colégio aquela multidão veio pra cima de mim, na boa, isso enche o saco.
- Quem é aquele garoto? – alguém disse, sai empurrando todos, e vi um belo garoto vindo em direção a entrada. Espera, é o mesmo garoto que esbarrei outro dia, aquele menino que mexeu comigo, não pode ser.
- Falaram que é o Bieber, novo aluno. – outra pessoa disse. Bieber daria um ótimo sobrenome, pensei.
Algumas meninas foram pra cima dele, mas diferente de praticamente todos os garotos desse colégio, ele apenas as ignorou. Passou por mim, esbarrando em meu ombro, ele olhou pra mim.
- Ora , se não é a garota retardada que esbarrou em mim aquele dia. – ele disse em um tom de ironia.
- Bieber...? – disse com uma voz meio sexy.
- Como sabe meu sobrenome? – ele ergueu uma de suas sobrancelhas, o ignorei e sai dali, o deixando sozinho. Fui até meu armário, o fechei e Caitlin estava encostada no seu, que é ao lado esquerdo de meu armário.
- Esbarrou no novo aluno quando?
- Uma semana atrás mais ou menos.
- Ele é gatinho.
- Grosso, estúpido.
- É assim que começa.
- Começa o que? – ela ignorou o que eu disse.
- Vamos, o sinal já irá tocar. – fomos para a sala, estranhei aquele “É assim que começa”, o que ela quis dizer com isso?
Entramos na sala, e minutos depois, o tal “Bieber” entrou na sala, ele me encarou por um tempo mas logo desviou o olhar, sentando nos fundos da sala. O professor entrou e a aula começou.
[...]
- Barbara! – uma voz desconhecida gritou, era feminina, olhei para trás, revirei os olhos, Tiffany.
- O que você quer? – cruzei os braços.
- Uma coisa só: fique longe do Bieber, ele é MEU, escutou?
- Primeiro: que eu saiba ele não é seu namorado, nem ficante, e aposto que nem te conhece, ele só vai te esnobar, como fez comigo. Segundo: o que eu tenho a ver com isso?
- Está avisada Barbara. – ela saiu rebolando. ODEIO, O-D-E-I-O essa menina. Caitlin veio em minha direção.
- Odeio essa garota. – ela disse.
- Caitlin, Caitlin, você não é a única. – o sinal tocou, aula de história, ninguém merece. Fomos para a sala.  O professor falava e falava, e eu não entendia nenhuma palavra.
- Bom, então esse trabalho será em dupla, vocês terão que entregar na próxima aula, que será sexta-feira. Vou falar as duplas agora. – ele começou a falar os nomes. – Hum... Justin Bieber e Barbara Palvin.
- O QUE? – gritei, ele olhou pra mim espantado.
- Algum problema Srta. Palvin? – ele disse sério.
- Desculpe-me professor.
Sério? Ele está de palhaçada né? Mas olha o lado bom, eu descobri o nome dele, é Justin. Ok, acho que só esse é o lado bom. Se ele me tratou mal em apenas alguns minutos juntos, imagine horas, dias. Ferrada, essa é a palavra que me define neste momento.

16 de jun de 2013

Dangerous Love ||Sinopse||



Ela? Uma menina um tanto ingênua. Bonita, modelo, atraente, delicada, sensível.
Ele? Um menino misterioso, ignorante, frio, machista.
Praticamente o oposto um do outro. Mas ambos não sabem, que o futuro guarda uma grande surpresa para os dois. E a vida deles mudará completamente.

Personagens 

||Barbara Palvin||


||Justin Bieber|| 

 

.....
Oi gente, eu sou a Babi sou a nova moderadora do blog, vou postar aqui minha ib Dangerous Love , espero que gostem da ib :) 

                                                                                                               Babi 

12 de jun de 2013

Desejos Secretos - Acidente. [23]



|Seu Nome| Narrando....


Você: quem é ela? -perguntei novamente sentindo que não aguentaria mais e desabaria ali mesmo.
Justin: não é... -ele tentou pronunciar mas a tal garota falou.
Liza: sou a namorada dele querida. -ouvindo a ultima palavra com dificuldade, meu mundo caiu, parecia que tudo tinha desaparecido e só havia nós ali, o chão parecia que tinha desmoronado e eu estivesse caindo em um buraco sem fim e sem volta.
Justin: não é nada disse meu anjo. -ele disse na tentativa falha de me explicar.
Liza: para de meu mentir meu amor. -ela enfatizou a palavra amor, o único som que se ouvia era dele e dela, discutindo.

Não conseguia ficar ali parada, sai correndo. Deixando que as lagrimas rolassem livremente, apertei o botão do elevador inúmeras vezes e nada daquela porcaria chegar, ouvi um som de passos e então o único jeito era ir pelas escadas.
Tentava descer rapidamente, tentando não cair ou até mesmo tropeçar em meus próprios pés. Estava nos últimos degraus, quando me embolei e cai rolando três degraus.
Me levantei atordoada, e com dificuldade passei pela porta de entrada e corri pela rua, me apressei para atravessar a rua quando vi Justin na porta gritando meu nome, corri atravessando a rua, mas algo entrou em choque com meu corpo me fazendo rolar pelo asfalto.
Tentei levantar mas fui impedida por ele que colocou minha cabeça em seu colo.

Justin: vai ficar tudo bem, minha pequena, eu prometo. -ela disse e antes de fechar os olhos, olhei os nos olhos e vi que os mesmo se encontravam marejados, após alguns segundos senti minhas palpebras pesarem e assim não vi mais nada.



Justin Narrando...

Não acredito nisso, como fui burro em cair naquela ladainha de Liza.
Agora me encontro no hospital, porque por minha culpa.
MINHA NAMORADA ESTÁ AQUI.
Estava na sala de espera, já se fazia mais ou menos uma hora que ela estava la dentro e nada de noticias.
Eu tinha que avisar seu pais, mas o que eu falaria?
Eu estava com medo do que poderia acontecer, fui até a recepção perguntar se demoraria mais ou não.

Justin: com licença moça, mas ela está la a mais de uma hora. -falei indignado e ao mesmo tempo preocupado.
Moça: desculpe senhor, o que o senhor é dela? -perguntou.
Justin: eu? bom eu sou... um amigo. -disse e ela me olhou estranho.
Moça: eu preciso falar com os pais da sua amiga. -disse e eu congelei.
Justin: os pais? -perguntei gaguejando.
Moça: sim os pais, preciso que passe o numero da casa dela. -falou confirmando.
Justin: bom eu vou ver aqui no celular dela. -disse e me virei.

Peguei o celular, indo direto a sua agenda de contatos, rolei e rolei pra baixo até que encontrei.

Justin: posso pedir uma coisa moça? -perguntei receoso.
Moça: claro. -ela disse simplesmente.
Justin: não diga que eu sou amigo, nem nada da senhorita Collins por favor. -pedi e ela pareceu entender.
Moça: tudo bem. -disse e sorriu.
Justin: obrigada, mas eu vou ficar aqui na sala de espera tudo bem? -perguntei e ela assentiu, pegando o telefone.

Ligação On*

Moça: Boa tarde, gostaria de falar com os responsáveis de |seu nome| Collins. -estava ainda no balcão. - bom ela sofreu um acidente. -disse e depois de longos dez minutos na linha desligou.

Justin: os pais dela estão vindo pra cá? -perguntei curioso.
Moça: sim. -disse e sorriu, sai dali.

CONTINUA....

Eae garotas, Jessie aqui. O que acharam desse capitulo? quero ver os comentários caprichados ein ;)) .. tentarei não enrolar para o próximo capitulo.. me contem as novidades,, aah já ia me esquecendo, FELIZ DIA DOS NAMORADOS. Enfim é isso, beijo beijo;

XOXO,JESSIE. 

2 de jun de 2013

Desejos Secretos - Quem é ela? [22]

Justin Narrando...

Cheguei como sempre atrasado, tenho que começar a dormir cedo, ou serei transferido de escola.
Não posso nem pensar em ficar sem ver |seu nome|, que agora era finalmente minha namorada. Corri para a sala e cheguei lá no minuto em que o sinal soou alto em meus ouvidos. Todos os alunos entraram na sala, inclusive minha namorada, coloquei toda a matéria no quadro e esperei-os copiarem para explicar. Marquei uma prova, para o dia 27, tenho quase certeza que vão sugir mil pedidos de aula particular. E eu vou recusar.

...


Ao fim do meu expediente, peguei meu carro e fui direto para casa, correu tudo bem no caminho do
elevador até a porta do apartamento. Porque depois parece que Deus tirou toda a minha sorte e colocou no lixo. Abri a porta e encontrei Liza sentada tomando um copo de Wisky com uma roupa totalmente provocante, que fez meus instintos se exaltarem.
— Olá, Justin. Finalmente você chegou, esperei aqui durante toda a manhã. — falando isso, descruzou e cruzou as pernas. — Quer um pouco de Wisky, querido? — sem eu nem dizer sim ou não, ela levantou-se e serviu mais um Wisky com alguns cubos de gelo.
 — O que você está fazendo aqui, Liza? — eu cuspi já com os nervos a flor da pele. — Eu estava trabalhando, eu sou um professor, esqueceu?
 — Não, amor, e isso me atrai muito. — ela entregou o copo para mim e ficou me olhando tomá-lo. O liquído desceu queimando em minha garganta e me senti levemente mais calmo.  — Relaxa, vamos, senta aqui, vem.  — ela me jogou no sofá e sentou de frente pra mim com as pernas enroscadas.
 — O que você está fazendo, eu não posso, sai.  — tentei empurrá-la, mas a mesma rebolou no meu colo despertando o meu amigo da calça.
 — Ah, Justin! Vamos lá, vamos relembrar os velhos tempos. Lembra quando a gente brincava de médico, você examinava meu corpo inteiro ... Mas agora, você é professor ... vai, me ensina uma boa lição, me ensina!  — ela suplicava enquanto fazia movimentos circulares por cima da sua calcinha. Eu só sabia abrir e fechar a boca, sem palavras sobre aquilo. Sem pensar, tirei ela do meu colo e a coloquei deitada no sofá, grudei sua boca na minha e rocei pensando se devia ou não fazer isso. Liza me beijou, logo deixando sua língua invadir minha boca e a minha também. Quando vi, estava sem camisa e ela apenas de lingerie.

|Seu nome| narrando ...

Hoje o dia foi um saco completo, não começou nada bem. As vadias da escola me encheram o saco e meus pais resolveram ser grossos comigo. Quando cheguei em casa, me joguei no sofá e pensei em que eu poderia fazer hoje. Sorri ao nome "Justin" vir a minha mente. Não seria nada mal se eu passasse na casa dele para dar um oi.
Levantei na mesma hora e fui trocar de roupa, coloquei uma coisa leve e um casaco por cima, já que estava meio frio.

...

Ao chegar lá, dei oi para o porteiro e subi pelo elevador nervosamente, algo não estava certo. Eu sentia uma pressão no coração e meu sangue corria rápido pelas minhas veias. Um mau pressentimento estava no ar. Andei pelo corredor, procurando pela chave que Justin me deu, logo depois de nos tornarmos namorados.
Parei em frente a porta, suspirando e fiquei parada por um segundo, ouvindo ruídos estranhos. Entrei tranquilamente e sem olhar para o apartamento, girei nos calcanhares e coloquei a chave em cima da escrivaninha de Justin. Ao mover meu corpo para a parte frontal do apartamento, vi o que não queria ver: Justin em cima de uma vadia só de lingerie vermelha.
Uma lágrima solitária escorreu pelo meu olho, enquanto a raiva se multiplicava dentro de mim. Ele se levantou e veio para perto de mim tentando se explicar, mas eu não ouvia o som da sua voz. Eu apenas respirei fundo, engoli a bola de saliva que se formava na minha garganta e perguntei olhando em seus olhos:
 — Quem é ela?  — esperei sua resposta, mas o mesmo não a tinha e apenas olhava pra mim com seus olhos tempestuosos.


Continua ... 
RÉLOU PIPOU! Aqui quem fala é Isa *-* Lembram de mim? Não? Mas eu lembro de vocês e vim aqui escrever esse super capítulo para Jé que não pôde escrevê-lo! E então, gostaram desse cocô? MAS acalmem suas xanas, que vai ter mais no PRÓXIMO CAPÍTULO, claro. Beijãaao <33
Isa